sábado, 21 de agosto de 2010

Milo

Bem, já que resolveram abrir a "Caixa de Pandora" e resolveram falar de jogos, a minha entrada hoje vai arrancar mesmo com isto.



Para quem não está dentro do "mundo" dos video-jogos, o homem nesta apresentação é um criador de jogos que sempre tentou quebrar barreiras em termos de interactividade e de dar um aspecto mais "humano" as personagens dos jogos que ele criava.

Mas não é tanto nesse ângulo que eu vou abordar esta entrada, apesar de admitir que a criança virtual presente no vídeo tem o potencial de vir a espantar muita gente, o ultimo jogo deste senhor por acaso até foi uma desilusão.

Vou mesmo falara da tecnologia mesmo.

É interessante o que se consegue mesmo fazer hoje em dia. A relativamente pouco tempo atrás os jogos de vídeo, na sua maioria, eram de facto restritos a um público alvo limitado.

Entretanto veio a Nintendo, e com a introdução da Wii, tornou este mundo muito mais apelativo ao publico em geral. E conseguiram isto com dois aspectos em geral.

1- Começaram a lançar os jogos chamados "casuais", sendo de baixa complexidade, eram melhor adoptados por quem não é um jogador mais ávido.

e 2 - Controles! O comando da Wii (Wiimote) era uma pedaço de tecnologia fantástico, que traduzia os nossos movimentos em acções dentro dos jogos, tornando a interactividade com os elementos mais natural, e mais intuitiva, sem uso complexo de botões e combinações, mas sim uso de movimentos que faziam de facto lembrar o que se estava a passar do outro lado do ecrã.

Ora este nível de interactividade tornava os jogos muito mais apelativos, pois além de emergiram ainda mais os jogadores dentro do "ambiente" do jogo, tornavam a aprendizagem e esforço mental para jogar muito mais pequenos, sendo que se torna uma experiência mais relaxante, ao menos a nível mental. Eu próprio tive um exemplo do resultado desta filosofia, quando um dia (mais que um até), encontro alguém com quem partilhava o apartamento no momento e nunca tinha demonstrado uma gosto mais profundo por vídeo-jogos, na sala ou no meu quarto, com um comando da wii na mão, a jogar ténis virtual com uma raquete não existente.

E agora vem isto. Uma câmara que regista movimentos, um jogo que se trata de interagir com outra pessoa, e desta vez, nem comandos físicos há, é mesmo só movimentos e conversar com o jogo. O nível de interactividade e imersão nos jogos cada vez mais aumenta, e com isto temos cada vez mais um mundo de pessoas com maior facilidade de se "ligarem as maquinas", e cada vez mais, uma facilidade interacção com o mundo dos video-jogos, tornando talvez até no futuro, acessível ao jogador casual os jogos considerados mais "hard-core".

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